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batendo de meu coração me falaram que eu me levantei no portal de
a cidade que tinha sido mil mil anos cobertos atrás
pelo mar de unheeding. Apoiando a um ângulo contra a maré, eu,
lutado dianteiro até que o grande portão sobressaísse sobre mim, seu
arqueie meio perdido no verde, sombra natatória da água.
Mas como eu brilhei minha luz para cima por seus pilares, respondeu
com a faísca inconstante de pedras preciosas encrostou grosso nisto.
Eu caminhei então, ofegante, em uma rua pavimentada com áspero
lingotes prateados, cada um que pesa um quintal seguramente, entre
formas trêmulas de edifícios que apontaram torres lustrosas
para cima por braças de água verde. Era muitos minutos
antes de eu ousasse entre em um desses grandes corredores silenciosos.
Arrastando minhas botas plúmbeo-soladas pesadas, eu empurrei por um
entrada prateada bem formado, e um peixe arremessou além de mim como eu
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