Alphonse de Lamartine

tempere, em minha vida só, na proximidade misteriosa de outro, existência igualmente isolada; estava nas excursões longas que me levaram dela e me fez sentir o mais violentamente a atração inconsciente que me recordou; no vestido branco dela, visto a uma distância pelo abetos monteses; no cabelo escuro dela solto pelo vento no lago; em a luz à janela dela, o rangendo leve do chão de madeira, debaixo do passo dela, o sussurrando da caneta dela no papel quando ela escrito, no mesmo silêncio dessas noites outonais longas que ela gastou lendo, enquanto escrevendo, ou em pensamento dentro de alguns passos de mim; e ultimamente, estava na fascinação da beleza fantástica dela, muito, visto entretanto escassamente visto, e o qual, quando eu fechei meus olhos, eu acalmo visto pela parede, como se tinha sido transparente. Com este sentimento, porém, lá entrosou nenhum desejo ou curiosidade ansiosa, em minha parte, descobrir a razão secreta da solidão dela, ou quebrar
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