Alphonse de Lamartine

abaixo a barreira frágil de nossa separação quase voluntária. Isso que para mim era esta mulher de quem eu tinha me encontrado por casualidade entre as montanhas um terra estrangeira, doente em saúde e doente no fundo entretanto ela poderia ser? EU tinha tremido o pó de meus pés, ou pelo menos eu pensei eu tive, e feltro nenhum desejo para segurar mais uma vez para o mundo por qualquer ligação da mente, ou de os sensos, ainda menos por qualquer fraqueza do coração. Eu sentia supremo desprezo para amor, para debaixo de seu nome eu tinha me encontrado só com afetação, flerte, inconstância, e leviandade; se eu excluo o amor de Antonina, que tinha sido mas uma êxtase infantil, uma flor do talo antes de sua hora de perfume. VIII. Novamente, quem era esta mulher? Era ela um ser se gosta, ou um desses visões que, como meteoros vivos, atire através do céu de nosso imaginação, deslumbrando o olho? Era ela de meu próprio país, ou de alguns terra distante, de alguma ilha dos trópicos, ou o Leste distante, onde,
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