Alphonse de Lamartine

o qual ele derramou nisto. Eu sentia aquela escuridão e noite tinha fugido sempre de meu coração, e que ela lustraria eternamente lá, como ela então lustrado, entretanto eu vivi durante mil anos. XVII. Esta convicção deu a meu amor toda a segurança de imutabilidade, o tranqüilo de certeza, a êxtase transbordante de alegria que nunca seria prejudicado. Eu tomei nenhuma nota de tempo, enquanto sabendo que eu tive antes de mim horas sem fim, e que cada em sucessão me devolveria o dentro dela presença. Eu poderia ser separado dela durante um século sem reduzindo antes de um dia a eternidade de meu amor. Eu fui e vim; se sentado e se levantou novamente. Eu corri, então parei e caminhei em sem sentir o fundamente em baixo de meus pés, como esses fantasmas que planam em terra,, apoiado pela natureza impalpável, etérea deles/delas. Eu estendi meus braços para agarre o ar, a luz, o lago,; Eu teria apertado toda a Natureza dentro um abraço vasto em gratidão que ela tinha ficado encarnada, para mim,
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