Alphonse de Lamartine

em um ser que uniu todos seus charmes e esplendor, dê poder a, e delícias. Eu ajoelhei nas pedras e roseiras bravas das ruínas sem sentir eles e na beira de precipícios sem os perceber. Eu proferi palavras inarticuladas das quais estavam perdido no som das águas ruidosas o lago; Eu me esforcei para perfurar as abóbadas de céu, e levar minha canção de gratidão, e minha êxtase de alegria, na mesma presença de Deus. EU era nenhum mais longo um homem, eu era um hino vivo de elogio, oração, adoração,, adoração de alagar, gratidão estupefata. Eu sentia uma intoxicação do coração, uma loucura da alma; meu corpo tinha perdido a consciência de sua materialidade e eu já não acreditei a tempo, ou espaça, ou morte. A vida nova de amor que tinha esguichado adiante em meu coração me deu a consciência, o prazer antecipado, do fulness de imortalidade. XVIII. Eu fui alertado sobre o vôo de tempo vendo o sol meridiano
Prev Conteúdos Next
 
 
Page: /3133303139/ch80.html : Test Link 1 - Test Link 2 - Test Link 3 - Test Link 4 - Test Link 5