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Mas o macaco realmente era um café-mancha na margem de página 496 de
O Processo de Schweigaard que eu tinha pedido emprestado de meu amigo Cucumis.
Entrando até um exame de lei em lama e semi-escuridão em meio-inverno
é um das experiências mais tristes que um homem pode ter. Pode, realmente,
seja até pior em verão; mas isto que eu não tentei.
A pessoa apressa por estes onze documentos (ou tem treze anos?--é
certamente o número mais infame que as autoridades de faculdade têm
podido devise)--gostar de um _debutant_ infeliz em um circo. Ele está de pé
na parte de trás de um cavalo galopante, com a vida dele nas mãos dele e um tolo
sorriso de circo nos lábios dele; e assim ele tem que saltar onze (ou é isto
treze?) tempos por um destes arcos papel-cobertos malditos.
O mortal infeliz que passa--ou tenta passar--o exame de lei dele,
achados ele em precisamente a mesma situação, só ele não galopa
redondo um anel, debaixo de gaslight brilhante, para a música de uma faixa cheia. Ele
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