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Nada é tão ilimitado como o mar, nada tão o paciente. Em seu largo
atrás agüenta, como um elefante agradável, o mannikins minúsculo que
ande a terra; e em suas profundidades frescas vastas tem lugar para todo o mortal
aflições. Não é verdade que o mar é incrédulo, para isto nunca tem
prometido qualquer coisa; sem reivindicação, sem obrigação, livre, puro, e
batidas genuínas o coração poderoso, o último som em a pessoa em um mundo doente.
E enquanto o mannikins puxarem os olhos deles/delas em cima disto, o mar canta seu velho
canção. Muitos entendem isto escasso nada, mas nunca dois entendem isto dentro
a mesma maneira, para o mar uma palavra distinta tem para cada um que jogos
ele cara a cara com isto.
Sorri com verde que lustra ondulações ao moleque com as pernas descobertas que
caranguejos de capturas; arromba azul ondula contra o navio, e envia o
spray de sal fresco longe em em cima da coberta. Mares plúmbeos pesados vêm, enquanto rolando dentro
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