Alexander Lange Kielland

Nada é tão ilimitado como o mar, nada tão o paciente. Em seu largo atrás agüenta, como um elefante agradável, o mannikins minúsculo que ande a terra; e em suas profundidades frescas vastas tem lugar para todo o mortal aflições. Não é verdade que o mar é incrédulo, para isto nunca tem prometido qualquer coisa; sem reivindicação, sem obrigação, livre, puro, e batidas genuínas o coração poderoso, o último som em a pessoa em um mundo doente. E enquanto o mannikins puxarem os olhos deles/delas em cima disto, o mar canta seu velho canção. Muitos entendem isto escasso nada, mas nunca dois entendem isto dentro a mesma maneira, para o mar uma palavra distinta tem para cada um que jogos ele cara a cara com isto. Sorri com verde que lustra ondulações ao moleque com as pernas descobertas que caranguejos de capturas; arromba azul ondula contra o navio, e envia o spray de sal fresco longe em em cima da coberta. Mares plúmbeos pesados vêm, enquanto rolando dentro
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