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CAPÍTULO III.
_"Avoir, avant, avu_--isso é como vai! Isso é certo, meu menino,; _avoir,
avant_."
A classe inteira poderia ver claramente que o mestre estava perdido em pensamento.
Ele era para cima e para baixo pacing, com passos longos e olhos meio-fechados,,
gesticulando de vez em quando, como ele continuou repetindo o doente-usado
auxiliar. Nos bancos superiores os meninos começaram a rir, e esses em
o mais baixo que não teve tal uma orelha boa para os verbos franceses logo
pegado a infecção; enquanto o infeliz infeliz que estava sofrendo
exame, sentou, enquanto tremendo para que não o mestre deveria notar o maravilhoso dele
método de conjugar o verbo. Este ser infeliz era o Gabriel
Garman, o filho mais jovem do Cônsul. Ele era um menino alto, esbelto de cerca de
quinze ou dezesseis, com uma face refinada, nariz proeminente, e vertical
agüentando.
Gabriel estava sentando dentro o mais baixo a metade da classe que era no
opinião do mestre, uma grande desgraça para um menino da habilidade dele. Ele
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