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nunca teria se preocupado entrar em.
Aos balconistas o Cônsul jovem era um ser de totalmente outra esfera.
Toda cabeça foi dobrada a ele sempre que ele atravessou o escritório, e
cada um parecia sentir que os olhos azuis frios penetraram tudo
e em todos lugares--livros, contas, e cartas, até mesmo no próprio deles/delas
segredos privados. Foi acreditado que ele soube toda página na razão,
e que ele pudesse citar contas complicadas, coluna através de coluna, e se
havia a irregularidade mais leve a ser achada em qualquer lugar, eles, até mesmo
aposte que não pudesse escapar o olho do Cônsul jovem. O general
convicção era, que se todo credor da empresa, ou até mesmo o diabo
ele, deva algum objeto pegado de dia isto na cabeça dele entrar no escritório,
lá não seria achado o erro mais leve até mesmo em um do
ponderoso e livros de contas de bem-salto.
Porém, havia uma conta que era um livro lacrado a eles tudo, e
isso foi o um de Richard Garman. Nenhum olho mortal alguma vez tinha visto isto. Alguns
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