Alexander Lange Kielland

nunca teria se preocupado entrar em. Aos balconistas o Cônsul jovem era um ser de totalmente outra esfera. Toda cabeça foi dobrada a ele sempre que ele atravessou o escritório, e cada um parecia sentir que os olhos azuis frios penetraram tudo e em todos lugares--livros, contas, e cartas, até mesmo no próprio deles/delas segredos privados. Foi acreditado que ele soube toda página na razão, e que ele pudesse citar contas complicadas, coluna através de coluna, e se havia a irregularidade mais leve a ser achada em qualquer lugar, eles, até mesmo aposte que não pudesse escapar o olho do Cônsul jovem. O general convicção era, que se todo credor da empresa, ou até mesmo o diabo ele, deva algum objeto pegado de dia isto na cabeça dele entrar no escritório, lá não seria achado o erro mais leve até mesmo em um do ponderoso e livros de contas de bem-salto. Porém, havia uma conta que era um livro lacrado a eles tudo, e isso foi o um de Richard Garman. Nenhum olho mortal alguma vez tinha visto isto. Alguns
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