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pensamento que poderia estar possivelmente no próprio livro vermelho do Cônsul; outros
pensou que nenhuma tal coisa existiu. Retifique era indubitavelmente, que o
chefe continuou pessoalmente toda a correspondência com o irmão dele;
e, maravilhoso relacionar, estas cartas nunca foram copiadas. Esta era comida
para muita especulação entre os balconistas, e afinal eles vieram o
conclusão que o Cônsul jovem não desejou nenhum um para saber nisso que
relação que Richard Garman estava à empresa.
Uma coisa estava clara, e confirmou por experiência longa, e isso era,
que o Cônsul prendeu grande importância às cartas das que vieram
o irmão dele. Ele os leu antes do resto do poste, e se qualquer um
acontecido para entrar quando ele estava assim comprometido, ele sempre cobriu o
correspondência com uma folha de papel. Um dos balconistas mais jovens uma vez
afirmou que ele tinha visto uma letra de câmbio em um do supracitado
cartas, mas a declaração achou mas pequena crença no escritório; para
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