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Saunders olhou para ele com aborrecimento, mas o Mark era amigável. Ele
deslizado o braço dele fora do agente e o esbofeteou no ombro.
"Olhe fora para aquele mar, você velho dinheiro-grabber. Há uma visão para seu
alma. Você já pensou na beleza disto? Tal um dia!--nenhuma maravilha
você está vadiando. Oh! Eu imploro seu perdão, Senhora. Eu estou de seu modo."
Mantendo a parte de trás de Saunders à senhora, o Mark pisou para deixar aparte o dela passe.
Saunders pôde atrás nem mesmo olhar, como ela caminhou depressa atrás deles.
O agente gaguejou uma resposta à saudação mal recebida de Mark antes de ele
virado. Mas estava muito tarde, para Mark ouviu o trinco que lhe falou
que a árvore tinha fechado. Ele procurou o condestável, ver se ele
tinha a estado assistindo e tinha descoberto a porta secreta; mas o
condestável estava caminhando devagar para a aldeia.
CAPÍTULO II
MONSIGNORE
Como os dois homens caminharam junto, Mark Griffin, alto e de construção atlética,
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