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freiras; que eu juro.
[Nota de rodapé: Esta cena é o mero esboço da disputa bem conhecida
entre Chrysale, Philaminte, e Belinda no "_Femmes Savantes_"
(veja vol. iii.) mas um marido que treme antes da esposa dele, e só ousando
mostrar o temperamento dele à irmã dele, é um assunto muito mais tentador para um
escritor dramático que um endereçamento de homem em um tom firme a filha dele e
sobrinha.]
CENA VI.--CATHOS, MADELON.
GATO. Céus, meu querido, como profundamente ainda é seu pai imerso dentro
coisas materiais! como denso é a compreensão dele, e que escuridão
obscurece a alma dele!
FURIOSO. O que posso fazer eu, meu querido? Eu estou envergonhado dele. Eu quase não posso persuadir
eu eu realmente sou a filha dele; Eu acredito que um acidente, algum tempo
ou outro, me descobrirá ser de uma descida mais ilustre.
GATO. Eu acredito isto; realmente, é muito provável; como para mim, quando eu considero
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