Molière

freiras; que eu juro. [Nota de rodapé: Esta cena é o mero esboço da disputa bem conhecida entre Chrysale, Philaminte, e Belinda no "_Femmes Savantes_" (veja vol. iii.) mas um marido que treme antes da esposa dele, e só ousando mostrar o temperamento dele à irmã dele, é um assunto muito mais tentador para um escritor dramático que um endereçamento de homem em um tom firme a filha dele e sobrinha.] CENA VI.--CATHOS, MADELON. GATO. Céus, meu querido, como profundamente ainda é seu pai imerso dentro coisas materiais! como denso é a compreensão dele, e que escuridão obscurece a alma dele! FURIOSO. O que posso fazer eu, meu querido? Eu estou envergonhado dele. Eu quase não posso persuadir eu eu realmente sou a filha dele; Eu acredito que um acidente, algum tempo ou outro, me descobrirá ser de uma descida mais ilustre. GATO. Eu acredito isto; realmente, é muito provável; como para mim, quando eu considero
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