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o ajuntamento de lágrimas falou depressa nos olhos dele para ele.
"Sim, sim, meu menino! Você lutou para minha pequena menina. Eu sei, eu nunca vou
esqueça de você contanto que eu viva. Você economizou a vida dela, e isso vale
tudo para mim. Tudo, você entende?"
Afinal as palavras apressaram adiante, mas a voz dele era cascuda, e esses que souberam
ele teria o declarado mais movido que eles alguma vez tinham o visto.
O menino entendeu. Uma mão marrom esbelta roubou fora da colcha branca
e tocou o seu. Seu esboço, longo e flexível e gracioso, falou de
origem patrícia. Era duro o homem de riqueza e orgulho perceber
que era a mão da criança das pessoas comuns, as pessoas que eram,
os inimigos dele.
"Há qualquer coisa que você gostaria ter feito para você, menino?" ele perguntou a
último porque a profundidade de emoção era mais que ele pudesse agüentar.
O menino parecia preocupado.
"Eu era thinkin', ef Resistem um' eles poderiam me ver, eles saberiam 'twas tudo
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