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No próximo quarto, feche à mão, é o tabelião esperando.
CENA II.--CHRYSALE, CLITANDRE, HENRIETTE.
CHRY. Eu estou alegre, minha filha, o ver,; venha aqui e fulfil seu
dever, mostrando obediência ao testamento de seu pai. Eu ensinarei
sua mãe como se comportar, e, a desafiar mais completamente, é aqui
Martine quem eu devolvi para acontecer o dela na casa
novamente.
GALINHA. Sua resolução merece elogio. Eu imploro de você, gere, nunca para
mude a disposição na que você é. Seja firme em o que você solucionou,
e não se sofre ser o crédulo de sua própria bom-natureza. Faça
não rendimento; e eu o peço agir para impedir minha mãe de ter
o próprio modo dela.
CHRY. Como! Você me leva para um booby?
GALINHA. Céu proibe!
CHRY. Eu sou um bobo, reze?
GALINHA. Eu não digo isso.
CHRY. Eu sou pensado impróprio para ter a decisão de um homem de senso?
GALINHA. Não, pai.
CHRY. Deva eu não a minha idade saber como o mestre esteja em casa?
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