Molière

GALINHA. Claro que. CHRY. Você me pensa fraco bastante permitir minha esposa para me conduzir pelo nariz? GALINHA. Oh querido, não, pai. CHRY. Bem, o que quer dizer você então? Você é uma menina agradável para falar comigo como você faça! GALINHA. Se eu o desagradei, gere, eu fiz tão sem querer. CHRY. Meu testamento é lei neste lugar. GALINHA. Certamente, pai. CHRY. Ninguém mas eu tenho nesta casa um direito para comandar. GALINHA. Sim, você tem razão, pai. CHRY. É eu que seguram o lugar de chefe da família. GALINHA. Concordado. CHRY. É eu que deveria dispor do mão de minha filha. GALINHA. Realmente, sim o pai. CHRY. Céu me deu carta branca em cima de você. GALINHA. Ninguém, gere, diz qualquer coisa para o contrário. CHRY. E sobre escolher um marido, eu mostrarei para você que é seu gere, e não sua mãe quem você tem que obedecer. GALINHA. Ai! nisso você responde a meu mais querido desejo. Obediência exata para você é meu desejo sério.
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