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Em ocasião quando ele teve nenhum castor no qual ele geralmente subsistiu,
ele aventurou matar um cervo, e depois de refrescar o estômago vazio dele
com uma porção da carne, ele colocou a carcaça em um fim do
canoa. Era o costume invariável dele para dormir à noite na canoa dele,
atracado para a costa, e uma vez quando ele tinha se deitado em uma provisão de carne de veado
ele foi assustado no sono dele o pisoteando de algo dentro o
arbustos no banco. Pisoteie! pisoteie! pisoteie! ido os passos,
como eles chegaram a canoa. Ele pensou no princípio poderia ser um
Índio que tinha descoberto a localidade dele, mas ele soube que pôde
não seja; um selvagem não o chegaria daquela maneira descuidada.
Embora havia luz estrelada bonita, contudo as árvores e o denso
vegetação rasteira fez isto muito escuro no banco do rio perto de qual
ele posição. Ele sempre adotou a precaução de amarrar a canoa dele com
um pedaço de couro cru sobre vinte pés longo que permitiu isto balançar
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