Frances Ellen Lord

potestatem apud nos habet et eu, quae est longa et brevis. Igitur de Vos ambiguitatis de controversia de seno, nominativum de pluralem de et, singularem de et, genitivum por scribite de AE: nam qui non potest dignoscere supra scriptarum vocum numeros et casum, hebes de est de valde. De OE Munro diz: "Quando barbarismos odiosos como _coelum_, _coena_, _moestus_, são eliminado, OE muito raramente acontece em latim: _coepi_, _poena_, _moenia_,, _coetus_, _proelia_, além de arcaísmos _coera_, _moerus_, etc., onde OE, enquanto vindo de OI, passado em U., Se nós temos que ter um som simples, eu, deveria levar o E aberto soam que eu dei a AE: mas eu devo prefira um como o Ö alemão. Porém, a raridade deles/delas faz o som de OE, EU, UI, de menos importância." De AU Munro diz: "Também, aqui AU tem uma analogia curiosa com AE: O AU latino se torna dentro Italiano O aberto: Òde_ de _òro: Eu pronunciaria assim em latim: _plòstrum_,
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