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potestatem apud nos habet et eu, quae est longa et brevis. Igitur de Vos
ambiguitatis de controversia de seno, nominativum de pluralem de et, singularem de et,
genitivum por scribite de AE: nam qui non potest dignoscere supra
scriptarum vocum numeros et casum, hebes de est de valde.
De OE Munro diz:
"Quando barbarismos odiosos como _coelum_, _coena_, _moestus_, são
eliminado, OE muito raramente acontece em latim: _coepi_, _poena_, _moenia_,,
_coetus_, _proelia_, além de arcaísmos _coera_, _moerus_, etc., onde
OE, enquanto vindo de OI, passado em U., Se nós temos que ter um som simples, eu,
deveria levar o E aberto soam que eu dei a AE: mas eu devo
prefira um como o Ö alemão. Porém, a raridade deles/delas faz o som de
OE, EU, UI, de menos importância."
De AU Munro diz:
"Também, aqui AU tem uma analogia curiosa com AE: O AU latino se torna dentro
Italiano O aberto: Òde_ de _òro: Eu pronunciaria assim em latim: _plòstrum_,
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