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levado como um símbolo, um pouco arbitrariamente talvez, e que não fez
indique um som particular, mas poderia representar qualquer coisa que o
Romanos escolheram representar por isto; e que então nos dá não
certa indicação do que a consoante de U latina era. Mas nós somos
expressamente contou que teve a força e som do _digamma_ grego.
Em Marius Victorinus achamos nós:
[Keil. v. VI. pág. 23.] F autem apud Aeolis dumtaxat idem valere quod apud
nos cum de _vau_ a favor de scribitur de consonante, vocarique [grego
transliteração: bau] et _digamma_.
Priscian explica mais completamente:
[Keil. v. II. pág. 15.] vero de U consonantis posita eandem prorsus maluco em
ônibus vim habuit apud Latinos quam apud Aeolis _digamma_. Unde um
plerisque ei nomen hoc datur quod apud Aeolis habuit olim [grego
carta: digamma] _digamma_, est de id _vau_, ab ipsius voce profectum,
teste et de Varrone Didymo, qui id ei nomen esse ostendunt. A favor de quo Caesar
hanc [carta grega: digamma giraram 90 degress] voluit de scribi de figuram,
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