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"Bonjour, senhora!" chorado o corvo velho, e começou a roda dentro grande
círculos em cima do pântano. Olhou, enquanto convidando assim que ele resolveu
para baixo, lentamente e cautelosamente, e desceu em uma árvore-raiz dentro o
meio disto.
Aqui estava da mesma maneira que no velho dia-uma selva silenciosa. Em alguns
remendos se espalhados de terra mais seca cultivaram urze um pequeno curto lá
e alguns aglomerações de pressas. Eles estavam murchos; mas no cadáver deles/delas
talos lá ainda penduraram um ou dois topetes--preto, e encharcado pelo
chuva de outono. A maior parte a terra estava bem, lustre, e
esmigalhando--molhado e cheio de água-buracos. Árvore-raízes cinzas e trançadas
aderido sobre a superfície, entrelaçado como um rede-trabalho áspero.
O corvo velho entendeu bem tudo aquilo que ele viu. Tinha havido árvores
aqui nos tempos velhos, antes de até mesmo o dia dele.
A madeira tinha desaparecido; filiais, folhas, que tudo teve sido ido.
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