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era Richter que nos ensinou em Londres como uma sinfonia de Beethoven deve
soar; antes de ele veio, desempenhos eram aprovados que o presente
dia não toleraria. Ele, como também o grande compeers dele, foi trazido
para cima na escola de Wagner, a essência de qual mentiras em
_correctness_, fazendo o trabalho como o compositor pretendeu isto,
com atenção conscienciosa para todo detalhe, não só de notas, mas
de ritmo, tempo, phrasing, dinâmica, em vez do confundir desleixado,
que passou então para amplitude de estilo, e a substituição do
a própria subjetividade de condutor para o do compositor. Foi
bem expresso em alguns palavras incisivas antes de um do maior do
escola: "O privilégio de uma subjetividade interessante é dado para poucos,
sua expressão sempre dará evidência daquela lógica instintiva
que é uma condição necessária de inteligibilidade."[6] chame o Wagner
perverso, repugne a arte dele, diz que os dramas dele são caos e a música dele
discórdia--tudo isso você tem um direito para fazer; mas você não pode recusar seu
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