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Durante todo o noite-tempo, para que não Remorso poderia vir
E verte os venenos dele em sua orelha, e assim
O impeça dormir! Seguramente é o culpado,
Quem, enquanto sendo muito miserável, precise de amor a maioria.
GUIDO
Há nenhum amor onde há alguma culpa.
DUQUESA
Nenhum amor onde há alguma culpa! O Deus,
Como diferentemente nós amamos de homens!
Há muitos uma mulher aqui no Pádua,
A esposa de algum trabalhador, ou artesão mais rude,
De quem marido gasta os salários da semana
Em um grosso se divirta, ou uma rixa de taverna,
E bobinando casa tarde na noite de sábado,
Achados a esposa dele sentando por um forno sem fogo,
Tentando silenciar a criança que chora para fome,
E então jogos para e batidas a esposa dele porque
A criança tem fome, e o preto de fogo.
Ainda a esposa o ama! e subirá dia que vem
Com alguma contusão vermelha por uma face aflita,
E varre a casa, e faz o serviço comum,
E tenta e sorri, e só está alegre muito
Se ele não a bate em uma segunda vez
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