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sendo misericordioso e a sorte do Rato de Deserto que ainda segura, ele dormiu.
A luz do dia estava a caminho ele, duro e espasmódico com o frio do
noite de deserto. Lentamente ele chegou a boca do canhão, enquanto cruzando um
espaço queimado nu que se parecia uma "lavagem velha."
De repente ele pausou, enquanto fitando. Lá, antes dele na lavagem velha, era o
rastro fresco de dois burros e um homem. O rastro do homem não era bem
definido; bastante desgastado na realidade, como se ele tivesse sido meio arrastado junto.
"Pendurando à pacote-sela e deixando a tomada o" arrastam murmurou o
Rato de Deserto perdido. "Eu apostarei é pequena Boston, afinal de contas, e eu não sou
ainda muito tarde para contas de quadrado com aquele _hombre._"
No prospecto de entrelaçar as duas mãos dele ao redor da garganta do maroto
havia um certo prazer primitivo ao que acrescentou ímpeto o
passagem do Rato de Deserto para cima o canhão só. O pensamento emprestou novo
força para o homem. Morrendo entretanto ele se conheceu ser, ainda vá ele
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