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ele. Ele se sentou no crânio de um do burros e riu--um seco
cacarejando gorgolejo.
"Isso que um grande gênio maravilhoso de um deserto que é!" ele resmungou. "É
valor que morre afinal de contas dentro--um próprio mausoléu para um Rato de Deserto. Aqui eu
venha, enquanto cambaleando dentro, com assassinato em meu coração, que estultifica meu manhood
com a desculpa que seria em teoria justiças, e o Deus
me mostra um exemplo da vaidade e pequenez de vida. Certo,
Boston, homem velho. Você ganha, eu adivinho, mas eu tenho um coppered de ás, e
até mesmo se você terminar, algum dia você pagará o preço."
Ele sentou lá no crânio alvejado, a cabeça dele nas mãos dele, tremendo,
ponderando, contudo destemido em face ao conhecimento que aqui seu
wanderings têm que terminar. Ele tinha razão. Era uma mancha que serve eminentemente
o fim de tal um homem. Era pelo menos exclusivo, para o vulgo e
a terra comum nunca pereceria aqui. Por todos os séculos desde seu
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