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Melancolia de O, thy de dobra asa preta!
O que chora Dryad, de thy colina oca
Não venha com tal responder desesperado!
Nenhum mais tu Marsyas alado reclamam,
Apolo loveth para não ouvir tais canções preocupadas de dor!
Era um sonho, a clareira no mato é tenantless,
Nenhuma risada jônia macia move o ar,
O Thames rasteja em em leadenness lento,
E da esquerda de copse devaste e nu
Fugido é o Bacchus jovem com a festança dele,
Ainda ainda de madeira de Nuneham lá vem aquela melodia emocionante
Tão triste, aquele poderia pensar um coração humano
Freie em cada nota separada, uma qualidade,
Qual música às vezes tem, enquanto sendo a Arte
Que é muito perto a lágrimas e memória;
Luto pobre Philomel, que dost tu medo?
Thy irmã doth não assombram estes campos, Pandion não está aqui,
Aqui não é nenhum Deus cruel com lâmina assassina,
Nenhuma teia tecida de heráldicas sangrentas,
Mas dells musgoso por perambular camaradas feitos,
Vales mornos onde as mentiras de estudante cansadas
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