Oscar Wilde

Ah! nenhuma delícia a jasmim-flor para beijar, Ou escova as chuva-pérolas do eucharis. Para amor disto o rouxinol apaixonado Esquecido das colinas de Thrace, o rei cruel,, E a pomba pálida já não se preocupou velejar Pelos bosques molhados a tempo de florescer, Mas círculo que esta flor de Egito buscou flutuar, Com asa prateada e garganta de amethystine. Enquanto o sol quente brilhou na torre dele de azul Um vento refrescante rastejou da terra de neva, E o morno sul com lágrimas de oferta de orvalho Encharcado suas folhas brancas quando para cima-rosa de Hesperos Entre esses prados mar-verdes do céu Em qual as barras escarlate de mentira de pôr-do-sol. Mas quando o'er desperdiça de campo lírio-assombrado Os pássaros cansados tinham ficado a melodia amorosa deles/delas, E largo e brilhando como uma proteção de argent Alto nos céus de safira pendurou a lua, Não feito nenhum sonho estranho ou memória má faz Cada pétala trêmula de seu tremor de flores?
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