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Ah não! para esta flor luminosa mil anos
Parecia mas o demorando de um dia de verão,
Nunca soube a maré de se cancerar medos
Qual volta o cabelo de ouro de um menino para murcho cinzento,
O desejo terrível de morte que nunca soube,
Ou como todo o povo que eles nasceram tem que se arrepender.
Porque nós para morte com tubo e dançar vão,
Nem nós passaríamos pelo portão de marfim novamente,
Como algum rio triste cansou de seu fluxo
Pelas planícies sombrias, os abrigos de homens comuns,
Pulos amante-como no mar terrível!
E contas ganha para morrer assim gloriously.
Nós arruinamos nossa força grandiosa em discussão estéril
Com as legiões do mundo conduzidas por cuidado clamoroso,
Nunca sente decadência mas vida de dobras
Da pura luz solar e o ar supremo,
Nós vivemos em baixo de Tempo está desperdiçando soberania,
É a criança de toda a eternidade.
Poema: Serenata (Para Música)
O vento ocidental está assoando feira
Pelo mar egeu escuro,
E ao degrau marmóreo secreto
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