|
E chorou, 'Desperte, já a lua pálida
Lavagens as árvores com prata, e a onda
Rastejo tornam cinza e frio para cima esta duna arenosa,
As rãs coaxando estão fora, e da caverna
O nightjar grita, o repass de morcegos tremulando,
E o arminho marrom com rastejo de flancos de buraco pelo fusco
grama.
Não, entretanto tu arte um deus, não seja tão modesto,
Para em yon flua há uma pequena cana
Que freqüentemente sussurros como um menino adorável
Se deite uma vez com ela em um mead gramíneo,
Quem quando o prazer cruel dele que ele tinha feito
Abra asas de sussurrar ouro e planou no alto no sol.
Não seja tão modesto, o loureiro ainda treme
Com os beijos de grande Apolo, e o abeto
De quem agrupando as irmãs orlam a colina de seaward
Hath muitos um conto daquele ravisher de tipo negrito
Quem os homens chamam Boreas, e eu vi
Os olhos zombeteiros de Hermes pelo brilho prateado do álamo.
Até mesmo o Naiads ciumento me chamam feira,
E todas as manhãs um mancebo jovem e corado
Me galanteia com maçãs e com fechaduras de cabelo,
|