Oscar Wilde

E chorou, 'Desperte, já a lua pálida Lavagens as árvores com prata, e a onda Rastejo tornam cinza e frio para cima esta duna arenosa, As rãs coaxando estão fora, e da caverna O nightjar grita, o repass de morcegos tremulando, E o arminho marrom com rastejo de flancos de buraco pelo fusco grama. Não, entretanto tu arte um deus, não seja tão modesto, Para em yon flua há uma pequena cana Que freqüentemente sussurros como um menino adorável Se deite uma vez com ela em um mead gramíneo, Quem quando o prazer cruel dele que ele tinha feito Abra asas de sussurrar ouro e planou no alto no sol. Não seja tão modesto, o loureiro ainda treme Com os beijos de grande Apolo, e o abeto De quem agrupando as irmãs orlam a colina de seaward Hath muitos um conto daquele ravisher de tipo negrito Quem os homens chamam Boreas, e eu vi Os olhos zombeteiros de Hermes pelo brilho prateado do álamo. Até mesmo o Naiads ciumento me chamam feira, E todas as manhãs um mancebo jovem e corado Me galanteia com maçãs e com fechaduras de cabelo,
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