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em cima dos esforços de terpsichorean dele e o felicitou dentro o
condições seguintes: "~ Tu est charmant, tu danses comme beira,
chou ~!" Nós não fomos para a bola de Deus Northumberland.
"O que faremos nós hoje à noite?" dito eu para Nodier.
Ele sustentou o volume estranho dele e respondeu:
"Nos deixe ler isto."
Nós lemos.
Quer dizer, leitura de Nodier. Ele falou o inglês (sem
podendo falar isto, eu acredito) bastante para entender isto.
Ele leu em voz alta, e traduziu como leu ele. A intervalos,
enquanto ele descansou, eu levei o livro comprado do ragpicker
de Soissons, e passagens eruditas do _Romancero_. Como
Nodier, eu traduzi como li eu. Nós comparamos o inglês
com o livro castelhano; nós confrontamos o dramático com
a epopéia. Nodier defendia Shakespeare quem ele pôde
leia em inglês, e eu para o _Romancero_ que eu pude
leia em espanhol. Nós trouxemos cara a cara, ele o bastardo
Faulconbridge, eu o Mudarra bastardo. E pouco a pouco
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