Victor Hugo

de Rheims ao longe, foi agarrado com um desejo para visite a catedral novamente. Eu fui então para Rheims. Em chegar no quadrado catedral eu vi uma arma puxada para cima perto do portal e ao lado disto artilharias com fusíveis iluminados nas mãos deles/delas. Como eu tinha visto artilharia lá no dia 27 de maio, 1825, eu supus era habitual para deter um canhão o quadrado, e pouca atenção liquidada para isto. Eu passei em e entrado na igreja. Bedel em mangas violetas, um tipo de padre, me alojou custo e me administrou a igreja por toda parte. As pedras era escuro, as estátuas escuro, o altar misterioso. Não abajures competiram com o sol. O posterior lançou no pedras sepulcrais no pavimento as silhuetas brancas longas das janelas que pela obscuridade melancólica do resto da igreja se parecia fantasmas mentindo nestes tumbas. Ninguém estava na igreja. Não um sussurre, não um footfall poderia ser ouvido. Esta solidão entristeceu o coração e arrebatou a alma.
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