Victor Hugo

lustre, o outro vermelho, e entre as penas destas asas era o membranoso, trançado e quase filiais vivas de uma alga enorme para a qual agüentou mais semelhança um polypus que para uma plumagem. Do meio da plumagem rosa uma correia afivelada da qual alcançou ao ângulo um áspero forcado de madeira, a manivela de qual estava preso dentro o fundamente, e de lá desceu a uma mão que segurou isto. À esquerda do escutcheon era a figura de uma mulher, de pé. Era uma visão encantando. Ela era alta e esbelto, e usou um roupão de brocado que desabou amplas dobras sobre os pés dela, um ruff de muitas pregas e um colar de pedras preciosas grandes. Na cabeça dela estava um turbante enorme e soberbo de cabelo loiro em qual descansou uma coroa de filigrana que não era redondo, e isso seguiu todas as ondulações do cabelo. A face, embora um pouco muito redondo e grande, era primoroso. Os olhos eram esses de um anjo, a boca, era isso de uma virgem; mas nesses olhos divinos havia
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