Victor Hugo

um olhar terrestre e naquela boca de virginal estava o sorriso de uma mulher. Naquele lugar, àquela hora, naquela tapeçaria,, isto que entrosa de êxtase divina e voluptuosidade de humano tido algo encantando imediatamente e terrível sobre isto. Atrás da mulher, dobrando para ela como se sussurrando na orelha dela, se apareceu um homem. Ele era um homem? Tudo aquilo poderia ser visto do corpo dele--pernas, braços e tórax--era tão cabeludo quanto a pele de um macaco; as mãos dele e pés eram dobrados, como as garras de um tigre. Sobre o semblante dele, nada mais fantástico e assustador pôde seja imaginado. Entre um grosso, eriçando barba, um nariz como um o bico de coruja e uma boca por cujos cantos eram tirados um selvagem-besta-como rictus há pouco era discernível. Os olhos era meio escondido pelo cabelo grosso, fechado, ondulado dele. Cada cacho terminou em uma espiral, pontudo e trançado como um gimlet, e em investigar de perto a eles poderia ser visto que cada
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