|
deste gimlets era uma pequena víbora.
O homem estava sorrindo à mulher. Estava inquietando
e sinistro, o contato destes dois igualmente quimérico
seres, o um quase um anjo, o outro quase um monstro;
um estrondo indignante do dois extremes do ideal. O
homem segurou o forcado, a mulher agarrou a correia com
os dedos rosas delicados dela.
Sobre o próprio escutcheon, era zibelina, quer dizer,
lustre, e no meio disto se aparecido, com o vago
brancura de prata, um fleshless, coisa deformada que, como
o resto, a comprimento ficou distinto. Era a cabeça de uma morte.
O nariz estava faltando, as órbitas dos olhos eram ocas
e profundamente, a cavidade da orelha poderia ser vista à direita
apóie, poderiam ser localizadas todas as costuras do crânio, e
lá só permanecido dois dentes nas mandíbulas.
Mas este escutcheon preto, a cabeça desta morte lívida,,
projetado com tal minuteness de detalhe para o que parecia
se saliente da tapeçaria, era menos lúgubre que o
|