Victor Hugo

Na última doença dela Mlle. Marte era freqüentemente delirante. Um noite que o doutor chegou. Ela estava na agonia de um febre alta, e a mente dela estava vagando. Ela palrou sobre o teatro, a mãe dela, a filha dela, a sobrinha dela, Georgina, sobre tudo aquilo ela segurou querido; ela riu, lamentou, gritado, suspirou profundamente. O doutor chegou a cama dela e disse a ela: "Querido senhora, o acalme, é eu". Ela não o reconheceu e a mente dela continuou vagando. Ele foi em: "Venha, me mostre sua língua, abra sua boca." Mlle. Marte contemplado a ele, a abriu declame e disse: "Aqui, olhar. Oh! todos meus dentes são meu muito próprio!" C�lim�ne ainda viveu. FREDERICK LEMAITRE. Fr�d�rick Lemaitre é atravessado, sombrio e amável. Ele vive em aposentadoria com as crianças dele e o amante dele que a presente é Mlle. Clarisse Miroy. Fr�d�rick gosta da mesa. Ele nunca convida qualquer pessoa para o jantar menos Porcher, o chefe do claque.*
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