|
Na última doença dela Mlle. Marte era freqüentemente delirante. Um
noite que o doutor chegou. Ela estava na agonia de um
febre alta, e a mente dela estava vagando. Ela palrou
sobre o teatro, a mãe dela, a filha dela, a sobrinha dela,
Georgina, sobre tudo aquilo ela segurou querido; ela riu, lamentou,
gritado, suspirou profundamente.
O doutor chegou a cama dela e disse a ela: "Querido
senhora, o acalme, é eu". Ela não o reconheceu
e a mente dela continuou vagando. Ele foi em: "Venha,
me mostre sua língua, abra sua boca." Mlle. Marte
contemplado a ele, a abriu declame e disse: "Aqui, olhar.
Oh! todos meus dentes são meu muito próprio!"
C�lim�ne ainda viveu.
FREDERICK LEMAITRE.
Fr�d�rick Lemaitre é atravessado, sombrio e amável. Ele vive
em aposentadoria com as crianças dele e o amante dele que a
presente é Mlle. Clarisse Miroy.
Fr�d�rick gosta da mesa. Ele nunca convida qualquer pessoa para
o jantar menos Porcher, o chefe do claque.*
|